Este documentário leva-nos ao questionamento sobre o que é e o que será a internet. A primeira frase “é o melhor dos tempos, é o pior dos tempos” remete-nos para esta questão. Faz-nos reflectir se esta máquina foi concebida para beneficio dos seus utilizadores ou dos interesses económicos.
Não obstante de a realidade só ser retratada até 2004, este filme mostra-nos (ficcionalmente) até onde a “Googlezon” e a Microsoft levam a luta pelo monopólio, uma competição agressiva visando o poder económico. Nem pensamos se somos nós que usamos a máquina pagando pelo seu uso, ou por outro lado, estamos a ser usados. Com isto não digo que não será “o melhor dos tempos”, mas que o contributo que podemos retirar da máquina se faz a partir do uso que dela fazemos e está nas nossas mãos “educá-la”, não permitir que esta nos torne cegos e acríticos
O excesso de informação pode significar que temos tanto que nada temos, não prestamos atenção, não nos emocionámos, não lembramos o direito à privacidade nem a valores como a ética. Deparamo-nos diariamente com notícias relacionadas com o facilitismo desta máquina, crianças e jovens enganadas. Mesmo alertadas para os perigos não têm capacidade para o perceber. Será que os governos não consideram nas leis estes crimes, ou será que o poder de quem está por trás desta máquina é superior e os interesses económicos ultrapassam todos os outros? Será que ninguém previu que a pequena chama rapidamente se tornaria num incêndio, ou não seria conveniente prever?
Após termos reflectido sobre esta questão partilhamos da opinião de José Saramago no filme Janela da Alma: “nunca vivemos tanto na caverna de Platão como nos dias de hoje, as imagens que nos mostram a realidade substituem a realidade”.
Não obstante de a realidade só ser retratada até 2004, este filme mostra-nos (ficcionalmente) até onde a “Googlezon” e a Microsoft levam a luta pelo monopólio, uma competição agressiva visando o poder económico. Nem pensamos se somos nós que usamos a máquina pagando pelo seu uso, ou por outro lado, estamos a ser usados. Com isto não digo que não será “o melhor dos tempos”, mas que o contributo que podemos retirar da máquina se faz a partir do uso que dela fazemos e está nas nossas mãos “educá-la”, não permitir que esta nos torne cegos e acríticos
O excesso de informação pode significar que temos tanto que nada temos, não prestamos atenção, não nos emocionámos, não lembramos o direito à privacidade nem a valores como a ética. Deparamo-nos diariamente com notícias relacionadas com o facilitismo desta máquina, crianças e jovens enganadas. Mesmo alertadas para os perigos não têm capacidade para o perceber. Será que os governos não consideram nas leis estes crimes, ou será que o poder de quem está por trás desta máquina é superior e os interesses económicos ultrapassam todos os outros? Será que ninguém previu que a pequena chama rapidamente se tornaria num incêndio, ou não seria conveniente prever?
Após termos reflectido sobre esta questão partilhamos da opinião de José Saramago no filme Janela da Alma: “nunca vivemos tanto na caverna de Platão como nos dias de hoje, as imagens que nos mostram a realidade substituem a realidade”.
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