segunda-feira, 30 de março de 2009

Open Source

Antes de referirmos o Software Livre, achamos pertinente dar uma breve noção do que é um software: é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redireccionamento ou modificação de um dado, informação ou acontecimento, ou seja, é uma aplicação que nos permite executar uma determinada tarefa. O software torna-se livre quando atende/respeita certas liberdades definidas pela Free Software Foundation.
O Open Source foi criado a partir da Debian Free Software Guidelines e determina o que um programa de código aberto deve garantir: distribuição livre, código fonte, trabalhos derivados, não discriminação contra pessoas ou grupos, entre outros.
Moodle é um Software Livre que apoia a aprendizagem num meio virtual: não só trata a aprendizagem como uma actividade social, como focaliza a atenção na aprendizagem que acontece enquanto construímos artigos para que outros vejam ou utilizem (
Martin Dougiamas).
GNU consiste em preservar, proteger e promover a liberdade de usar, copiar, estudar, modificar e redistribuir programas de computador, e defende os direitos dos usuários do Software Livre.
Creative Commons é uma licença que permite aos utilizadores usufruir dos trabalhos de outros autores, mas com certas condições como o respeito pelos direitos de autor.


Fontes:

Contexto Institucional da UM

“Assumir a complexidade do ser humano é assumir o risco de, por um lado, não o poder explicar ou compreender absolutamente, mas é, por outro lado, possibilitar a emergência de um novo olhar sobre o homem…”.
Comecemos por partes, o ser humano é um ser biológico, cultural e emocional sendo assim é sobre ele e para ele que a tecnologia se debruça. É um ser indizível e falível e como tal a tecnologia procura encaixar-se nestas vertentes de forma a conseguir que este satisfaça as suas necessidades e expectativas no mundo “robot” de agora. Também a Universidade do Minho tem tentado procurar acompanhar o desenvolvimento da tecnologia abrindo portas a uma maior mobilidade, flexibilidade e personalização da aprendizagem. Surge então um projecto intitulado “ O Campus Virtual da Universidade do Minho” que consiste na implementação de uma rede Wi-Fi em todo o recinto da Universidade do Minho (Campus de Gualtar e Campus de Azurém); criação de um repositório e-conteúdos para o apoio aos docentes e discentes nos processos de aprendizagem; desenvolvimento e implementação de um diversos serviços electrónicos para os membros da comunidade académica da Universidade do Minho disponíveis em
www.uminho.pt dentro dos quais destacamos: repositório institucional (https://repositorium.sdum.uminho.pt/), laboratórios virtuais, acesso ao catálogo bibliotecário e sistema de gestão de bibliotecas (http://www.sdum.uminho.pt/) entre outros.

Ambientes Virtuais - SIMS 2




Fazendo uma breve pesquisa sobre Ambientes Virtuais deparamo-nos com várias aplicações dentro desta modalidade, mas o que de facto mais prendeu a atenção, devido a um dos membros do grupo ser totalmente “viciada” no jogo, foi a ultima versão do famoso jogo da empresa EA Games, Sims 2.
Este jogo electrónico de simulação de vida permite a cada utilizador criar uma família virtual, composta por variados SIMS, dos quais pode controlar a personalidade, o signo do zodíaco e profissão a exercer. O cerne do jogo é ajudar as personagens a desenvolver as suas vidas, a expandir a sua família, através do casamento, gravidez e da possível adopção, satisfazer os seus desejos, afastar os seus medos, desenvolver as suas carreiras profissionais e relações interpessoais entre SIMS do bairro. Este jogo simula o quotidiano familiar, no que concerne a economia de família e gestão desta mesma vida familiar, com o intuito de ascender ao topo de carreira. As diversas aplicações já disponíveis permitem ao jogador viver uma vida de universitário com o seu SIM ou ornamentar a casa com suplementos mobiliários do catálogo IKEA ou de enfeites das festividades natalícias.
Ambientes como estes permitem um afastamento da vida real, mantendo, no entanto, noções de responsabilidade familiar como um emprego, educação de crianças e tratamento de animais domésticos.

terça-feira, 24 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

Análise Crítica de EPIC 2014

Este documentário leva-nos ao questionamento sobre o que é e o que será a internet. A primeira frase “é o melhor dos tempos, é o pior dos tempos” remete-nos para esta questão. Faz-nos reflectir se esta máquina foi concebida para beneficio dos seus utilizadores ou dos interesses económicos.
Não obstante de a realidade só ser retratada até 2004, este filme mostra-nos (ficcionalmente) até onde a “Googlezon” e a Microsoft levam a luta pelo monopólio, uma competição agressiva visando o poder económico. Nem pensamos se somos nós que usamos a máquina pagando pelo seu uso, ou por outro lado, estamos a ser usados. Com isto não digo que não será “o melhor dos tempos”, mas que o contributo que podemos retirar da máquina se faz a partir do uso que dela fazemos e está nas nossas mãos “educá-la”, não permitir que esta nos torne cegos e acríticos
O excesso de informação pode significar que temos tanto que nada temos, não prestamos atenção, não nos emocionámos, não lembramos o direito à privacidade nem a valores como a ética. Deparamo-nos diariamente com notícias relacionadas com o facilitismo desta máquina, crianças e jovens enganadas. Mesmo alertadas para os perigos não têm capacidade para o perceber. Será que os governos não consideram nas leis estes crimes, ou será que o poder de quem está por trás desta máquina é superior e os interesses económicos ultrapassam todos os outros? Será que ninguém previu que a pequena chama rapidamente se tornaria num incêndio, ou não seria conveniente prever?
Após termos reflectido sobre esta questão partilhamos da opinião de José Saramago no filme Janela da Alma: “nunca vivemos tanto na caverna de Platão como nos dias de hoje, as imagens que nos mostram a realidade substituem a realidade”.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Um blog, um desafio

A primeira etapa para a criação deste blog foi abrir a criação de um email de grupo (que passamos a publicar, para envio de sugestões e comentários, grupo.tce09@gmail.com) facilitando o contacto entre todos os elementos do grupo. Uma vez criada a conta no gmail, partimos para a criação e personalização do nosso blogue. Esta tarefa não foi complicada pois um elemento do grupo já estava bastante familiarizado com o mundo da blogosfera, o que nos poupou de pesquisas sobre como criar um blog. Contudo, deparamo-nos com algumas dificuldades. A primeira foi escolher um nome para o blogue, uma vez que entramos todas um pouco em desacordo com todos os possíveis nomes que iam sendo sugeridos mas, rapidamente ultrapassamos esta dificuldade escolhendo um nome aprovado por todos os elementos do grupo.

As maiores dificuldades encontradas prenderam-se na escolha e utilização das diversas aplicações, transposição de vídeos publicados no You Tube para o blog e a alteração do jogo de cores, dificuldades essas resolvidas pela técnica de tentativa-erro e pela ajuda das experiências de colegas e amigos.
Este blogue estará em constante desenvolvimento e será aperfeiçoado ao longo de todo o semestre.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Bem-Vindos :D

Nós somos 5 alunas de Licenciatura em Educação da Universidade do Minho e este blog que hoje apresentamos trata-se de um blog em construção da Unidade Curricular de Tecnologia e Comunicação Educacional II do 1º ano.
Neste blog pretendemos, a pedido da professora, publicar as nossas investigações, trabalhos realizados e reflexões temáticas.
Esperamos que se divirtam e que possam também aprender.
Mais uma vez, sejam todos bem-vindos!
Anabela Ferreira
Ana Miguel Marado
Andreia Lopes
Cátia Ramos
Marisa Cunha