domingo, 7 de junho de 2009

Melhor do Mundo a...

Quando me foi dito que tinha de fazer um podcast achei que iria ser um desafio à minha criatividade e capacidade de selecção. Confesso que nos primeiros tempos andei um pouco desorientada no que toca a idéias para o vídeo mas com o tempo elas foram surgindo, o que acabou por se tornar um problema uma vez que se tornou complicado seleccionar apenas o mais importante e essencial. Foi então que decidi demonstrar aquilo que mais me faz falta e que pertence ao patamar de tudo o que é importante para mim e para a minha vida: os meus amigos, os momentos que passo com eles e, essencialmente, a pessoa que sou com eles. Numa visão geral gostei bastante de desenvolver este projecto e atrevo-me, até, a dizer que me diverti imenso!

Cátia Ramos 55467

My Own Little Adventure

Fazer este podcast apresentou-se como um grande desafio para mim por variadas razões. A primeira maior dificuldade foi escolher as fotografias ideiais para pôr, de modo a não deixar de parte nenhuma das minhas aventuras, e muito menos deixar de parte aqueles que por elas são responsáveis; a segunda foi conseguir colocar tudo em apenas um minuto, 60 segundos escassos, que não permitiram fazer juz aquilo que já vivi e às pessoas que fazem parte da minha vida. No entanto, foi um desafio aliciante, divertido de realizar, e cujo produto aprecio bastante.

Não posso deixar de agradecer à minha colega e amiga, Alexandra Leite, que entre risos e brincadeiras me ajudou a conseguir concretizar este projecto, sempre com medo que o programa voltasse a crachar.

Ana Miguel Marado 55492

Faz Parte

Sinopse :
Conseguiremos nós só viver num mundo coordenado por alguém? Um alguém que não nós? Ou teremos nós o nosso mundo á margem de todo o resto que tenta superar o outro? Sou sincera, eu tenho o meu mundo, o meu mundo de fantasia. O que faço lá? Não sei se me entendem, mas tento ser eu. Será que me encontram ? Vejam e tentem descobrir onde estou.

Reflexão crítica sobre a experiência :

Confesso que a minha reacção quando nos foi proposta a actividade foi desde logo pensar em desistir, mas à medida que o tempo foi passando e a altura da apresentação se aproximando foi forçada a ter de pensar nela. Agora já terminada percebo que tive uma atitude bastante pessimista recusando e colocando de parte uma actividade que tinha tudo para ser diferente e para suscitar em mim imaginação. E de facto foi esse o aspecto positivo que mais realço pois não foi mais que um teste à minha criatividade e não será esse o nosso futuro um dia quando trabalharmos como técnicos superior de Educação? Como aspecto negativo apontaria apenas a dificuldade ( ainda que pouca) em trabalhar como outra ferramenta informática, contudo não deixa de ser positivo aprendermos a trabalhar com outros programas tornando futuramente o nosso trabalho muito mais diversificado e criativo.


Marisa Cunha 55456

O meu podcast





Bem… Isto é algo que tive que fazer!!!
Fazer o podcast não foi tarefa complicada tecnicamente, apesar de ter demorado algum tempo, uma vez que foi a primeira vez que trabalhei com o programa Windows Movie Maker. Já a escolha do tema se revelou um problema mais difícil de ultrapassar.
O que não gostei na realização do podcast?
Foi mesmo o facto de ser algo sobre mim. No entanto, considero a experiência importante, uma vez que me permitiu adquirir novos conhecimentos e me levou a fazer alguma pesquisa e recolha de material.

Anabela Ferreira 56619

Olha...Olha ^^

Quando foi proposto realizar um podcast sobre alguma coisa que fosse do nosso interesse, sabia que não ia ter problema em realizá-lo, uma vez que estou habituada e familiarizada com o Windows Movie Maker. O facto de só termos um minuto (com alguns segundos de tolerância) não foi um entrave, uma vez que se tivermos um projecto bem elaborado e com determinados limites, conseguimos obter um bom resultado e dentro do prazo requerido. E aí é que surgiu o problema: ter um projecto/ideia pa realizar este podcast. Inicialmente as ideias que tive eram muito complexas, o que poderia dar um mau resultado xD, e depois as que tive eram um pouco complicadas de concretizar devido à falta de material. Sendo assim, optei por realizar algo simples e que mostra, apenas algumas partes, do que tem sido e como tenho encarado a minha vida até agora...


Andreia Lopes, 55473

terça-feira, 26 de maio de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A Educação e os Meios de Comunicação: Quem serve a quem?

No desenvolvimento deste artigo o autor, José Gimeno Sacristán centra-se nestes três aspectos: civismo, educação e meios de comunicação.
Actualmente os meios de comunicação têm um impacto muito importante em todos os aspectos da vida humana, especialmente na educação e no exercício da cidadania. O estudo feito pelo autor em Espanha pretende alertar para uma posição cada vez mais crítica face aos media, sendo estes apontados como a principal causa da fraca participação dos jovens na vida pública, uma vez que estes lhes congelam a capacidade de pensar criticamente, formar o seu próprio juízo e opinião, tomar decisões razoáveis, ser um indivíduo autónomo, características estas que deveriam ser desenvolvidas pela cidadania. Como refere José Saramago em “Janela da Alma”: a educação deixou de ter um critério próprio sobre a formação; ela forma cidadãos que a sociedade actual necessita; isto acontece porque, actualmente vivemos sobre uma ditadura económica onde o poder está acima de todas as coisas.
À medida que as TIC se desenvolvem, ocorrem fenómenos de significado e pertinência muito desigual para os desígnios da educação. A maioria das webs que existem não têm, nem se pretendia que tivessem, finalidade educativa. Podemos notar então que os processos relacionados com a socialização da cultura das TIC estão a ocorrer à margem do sistema educativo, sendo que as escolas ocupam uma posição cada vez menos prioritária enquanto agentes desta socialização. Concluímos assim que a cultura das novas tecnologias se está enraizando mais fora do que dentro do sistema educativo.
Era principal objectivo que, ao utilizar as TIC nas aulas estas fossem um ponto de partida para suavizar as desigualdades existentes mas, uma vez que as escolas não são um lugar privilegiado no contacto com as TIC, estas desigualdades continuam visíveis. É, deste modo, pertinente afirmar que é necessário redefinir as políticas de igualdade, questionar as práticas vigentes e reescrever o direito à info-educação bem como os conteúdos da escolaridade obrigatória e o direito à educação em geral. Se com os novos meios de comunicação se desinstitucionaliza o fluxo cultural que fluí através das instituições clássicas de educação, à medida que isso ocorre, a escolarização deixa de ser o instrumento válido para a redução das desigualdades, dando assim, uma igualdade de oportunidades a todos os cidadãos.
Consideramos que vivemos numa época em que os valores cívicos são cada vez mais escassos concordando com o autor em que é indispensável a introdução de um projecto de Educação Cívica no sistema educativo.
Tal como o autor, temos consciência de que no mundo globalizado em que vivemos é difícil o ensino da Educação Cívica, uma vez que falamos de valores de formação humana subjectivos de pessoa para pessoa, de cultura para cultura, numa evolução contínua. No entanto, a educação cívica é condição fundamental para a vida em sociedade, garantia dos nossos direitos e lembrança dos nossos deveres e uma forma de nos entendermos a nós próprios e ao nosso papel activo na sociedade e perante ela, gozando da liberdade de que dispomos e respeitando a liberdade dos outros.
O problema, e como diz Saramago, é que “as pessoas sabem que os problemas do mundo estão ai, e o que é que se faz para resolvê-los?”

segunda-feira, 18 de maio de 2009

X Jornadas de Educação


As X Jornadas de Educação estão à porta, realizam-se já nos dias 27 e 28 deste mês, e trazem um tema polémico mas que preocupa todos os elementos ligados à nossa licenciatura: "Raízes de um Percurso Incerto".
Durante dois dias, preparados extensivamente pelo NEDUM - Núcleo de Estudantes de Educação da Universidade do Minho, o papel do licenciado em Educação no mundo do trabalho vai ser analisado, desde um passado recente, passando por um presente assustador, e perspectivando um futuro incerto, em múltiplos quadros, debates, reflexões e momentos culturais.
Como alunos da licenciatura, e sendo que duas de nós são membros colaboradores do núcleo, consideramos importante usar esta ferramenta de aprendizagem, o nosso portfolio digital, para publicitar o que de bom se faz no curso.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Open Source

Antes de referirmos o Software Livre, achamos pertinente dar uma breve noção do que é um software: é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redireccionamento ou modificação de um dado, informação ou acontecimento, ou seja, é uma aplicação que nos permite executar uma determinada tarefa. O software torna-se livre quando atende/respeita certas liberdades definidas pela Free Software Foundation.
O Open Source foi criado a partir da Debian Free Software Guidelines e determina o que um programa de código aberto deve garantir: distribuição livre, código fonte, trabalhos derivados, não discriminação contra pessoas ou grupos, entre outros.
Moodle é um Software Livre que apoia a aprendizagem num meio virtual: não só trata a aprendizagem como uma actividade social, como focaliza a atenção na aprendizagem que acontece enquanto construímos artigos para que outros vejam ou utilizem (
Martin Dougiamas).
GNU consiste em preservar, proteger e promover a liberdade de usar, copiar, estudar, modificar e redistribuir programas de computador, e defende os direitos dos usuários do Software Livre.
Creative Commons é uma licença que permite aos utilizadores usufruir dos trabalhos de outros autores, mas com certas condições como o respeito pelos direitos de autor.


Fontes:

Contexto Institucional da UM

“Assumir a complexidade do ser humano é assumir o risco de, por um lado, não o poder explicar ou compreender absolutamente, mas é, por outro lado, possibilitar a emergência de um novo olhar sobre o homem…”.
Comecemos por partes, o ser humano é um ser biológico, cultural e emocional sendo assim é sobre ele e para ele que a tecnologia se debruça. É um ser indizível e falível e como tal a tecnologia procura encaixar-se nestas vertentes de forma a conseguir que este satisfaça as suas necessidades e expectativas no mundo “robot” de agora. Também a Universidade do Minho tem tentado procurar acompanhar o desenvolvimento da tecnologia abrindo portas a uma maior mobilidade, flexibilidade e personalização da aprendizagem. Surge então um projecto intitulado “ O Campus Virtual da Universidade do Minho” que consiste na implementação de uma rede Wi-Fi em todo o recinto da Universidade do Minho (Campus de Gualtar e Campus de Azurém); criação de um repositório e-conteúdos para o apoio aos docentes e discentes nos processos de aprendizagem; desenvolvimento e implementação de um diversos serviços electrónicos para os membros da comunidade académica da Universidade do Minho disponíveis em
www.uminho.pt dentro dos quais destacamos: repositório institucional (https://repositorium.sdum.uminho.pt/), laboratórios virtuais, acesso ao catálogo bibliotecário e sistema de gestão de bibliotecas (http://www.sdum.uminho.pt/) entre outros.

Ambientes Virtuais - SIMS 2




Fazendo uma breve pesquisa sobre Ambientes Virtuais deparamo-nos com várias aplicações dentro desta modalidade, mas o que de facto mais prendeu a atenção, devido a um dos membros do grupo ser totalmente “viciada” no jogo, foi a ultima versão do famoso jogo da empresa EA Games, Sims 2.
Este jogo electrónico de simulação de vida permite a cada utilizador criar uma família virtual, composta por variados SIMS, dos quais pode controlar a personalidade, o signo do zodíaco e profissão a exercer. O cerne do jogo é ajudar as personagens a desenvolver as suas vidas, a expandir a sua família, através do casamento, gravidez e da possível adopção, satisfazer os seus desejos, afastar os seus medos, desenvolver as suas carreiras profissionais e relações interpessoais entre SIMS do bairro. Este jogo simula o quotidiano familiar, no que concerne a economia de família e gestão desta mesma vida familiar, com o intuito de ascender ao topo de carreira. As diversas aplicações já disponíveis permitem ao jogador viver uma vida de universitário com o seu SIM ou ornamentar a casa com suplementos mobiliários do catálogo IKEA ou de enfeites das festividades natalícias.
Ambientes como estes permitem um afastamento da vida real, mantendo, no entanto, noções de responsabilidade familiar como um emprego, educação de crianças e tratamento de animais domésticos.

terça-feira, 24 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

Análise Crítica de EPIC 2014

Este documentário leva-nos ao questionamento sobre o que é e o que será a internet. A primeira frase “é o melhor dos tempos, é o pior dos tempos” remete-nos para esta questão. Faz-nos reflectir se esta máquina foi concebida para beneficio dos seus utilizadores ou dos interesses económicos.
Não obstante de a realidade só ser retratada até 2004, este filme mostra-nos (ficcionalmente) até onde a “Googlezon” e a Microsoft levam a luta pelo monopólio, uma competição agressiva visando o poder económico. Nem pensamos se somos nós que usamos a máquina pagando pelo seu uso, ou por outro lado, estamos a ser usados. Com isto não digo que não será “o melhor dos tempos”, mas que o contributo que podemos retirar da máquina se faz a partir do uso que dela fazemos e está nas nossas mãos “educá-la”, não permitir que esta nos torne cegos e acríticos
O excesso de informação pode significar que temos tanto que nada temos, não prestamos atenção, não nos emocionámos, não lembramos o direito à privacidade nem a valores como a ética. Deparamo-nos diariamente com notícias relacionadas com o facilitismo desta máquina, crianças e jovens enganadas. Mesmo alertadas para os perigos não têm capacidade para o perceber. Será que os governos não consideram nas leis estes crimes, ou será que o poder de quem está por trás desta máquina é superior e os interesses económicos ultrapassam todos os outros? Será que ninguém previu que a pequena chama rapidamente se tornaria num incêndio, ou não seria conveniente prever?
Após termos reflectido sobre esta questão partilhamos da opinião de José Saramago no filme Janela da Alma: “nunca vivemos tanto na caverna de Platão como nos dias de hoje, as imagens que nos mostram a realidade substituem a realidade”.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Um blog, um desafio

A primeira etapa para a criação deste blog foi abrir a criação de um email de grupo (que passamos a publicar, para envio de sugestões e comentários, grupo.tce09@gmail.com) facilitando o contacto entre todos os elementos do grupo. Uma vez criada a conta no gmail, partimos para a criação e personalização do nosso blogue. Esta tarefa não foi complicada pois um elemento do grupo já estava bastante familiarizado com o mundo da blogosfera, o que nos poupou de pesquisas sobre como criar um blog. Contudo, deparamo-nos com algumas dificuldades. A primeira foi escolher um nome para o blogue, uma vez que entramos todas um pouco em desacordo com todos os possíveis nomes que iam sendo sugeridos mas, rapidamente ultrapassamos esta dificuldade escolhendo um nome aprovado por todos os elementos do grupo.

As maiores dificuldades encontradas prenderam-se na escolha e utilização das diversas aplicações, transposição de vídeos publicados no You Tube para o blog e a alteração do jogo de cores, dificuldades essas resolvidas pela técnica de tentativa-erro e pela ajuda das experiências de colegas e amigos.
Este blogue estará em constante desenvolvimento e será aperfeiçoado ao longo de todo o semestre.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Bem-Vindos :D

Nós somos 5 alunas de Licenciatura em Educação da Universidade do Minho e este blog que hoje apresentamos trata-se de um blog em construção da Unidade Curricular de Tecnologia e Comunicação Educacional II do 1º ano.
Neste blog pretendemos, a pedido da professora, publicar as nossas investigações, trabalhos realizados e reflexões temáticas.
Esperamos que se divirtam e que possam também aprender.
Mais uma vez, sejam todos bem-vindos!
Anabela Ferreira
Ana Miguel Marado
Andreia Lopes
Cátia Ramos
Marisa Cunha